Sexta-feira, Abril 4, 2025

Prof. Júnior Geo cobra do governo estadual o pagamento de suas emendas parlamentares impositivas

O deputado estadual Professor Júnior Geo (PSDB) usou da tribuna para cobrar do governo estadual, o pagamento de suas emendas parlamentares impositivas que somam  quase R$ 1.500.000,00 empenhados e estão atrasadas desde o ano passado. O parlamentar explicou que essas emendas são de direito dos deputados e dever do Estado pagá-las. O pronunciamento ocorreu na sessão ordinária desta terça-feira, 11.

Sem pagamento

Geo afirmou que destinou recursos para as reformas das escolas Jaci de Barros, em Arraias; do Colégio Estadual Cândido Figueira, em Figueirópolis. “a Seduc não fez o processo para que não houvesse o empenho de pagamento” – informa, acrescentando que destinou mais de R$ 600 mil à Polícia Militar do Tocantins e mesmo o recurso empenhado, não é pago, bem como, o mesmo quantitativo para a reforma da unidade prisional feminina de Palmas, “onde o ambiente é insalubre, tanto para as detentas, quanto para as policiais penais que lá trabalham, eu convido os deputados para conhecer a realidade crítica e insalubre de lá” asseverou.

Renais Crônicos

Outra emenda pendente de Geo é direcionada ao Fundo Estadual de Saúde, Fundação Pró-Rim, para compra de insumos para tratamento de hemodiálise dos pacientes renais crônicos. “Por que não paga?” – questionou o deputado.

Vítimas de violência

Outra emenda do Prof. Júnior Geo sem pagamento é para a aquisição de um veículo para atender mulheres e crianças vítimas de violência doméstica. “Como o Estado não se preocupa com essas pessoas que tanto sofrem com a agressão?” – pergunta Geo. Essa emenda é direcionada ao Fundo Estadual de Assistência Social, à Casa de Marta.

Crianças da Apae

Ainda também sem pagamento, a emenda impositiva de Geo, no valor de R$ 100 mil, para a construção de uma piscina na Apae de Alvorada. “Por que o governador não se sensibiliza com essa causa?” – pergunta o parlamentar.

Improbidade

De acordo com Júnior Geo, com o não pagamento de suas emendas, o governo estadual comete improbidade administrativa, descumprindo a Constituição Estadual do Tocantins, Emenda Constitucional nº 32, em seuArt. 17-A: “Não estou aqui para negociar! Não trabalho com balcão de negócios, o trabalho tem que ser sério. O meu interesse não é pessoal, mas é o da população” – concluiu.

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