Em defesa dos interesses da população tocantinense, o deputado estadual Professor Júnior Geo (PSDB) se posiciona, sempre que necessário, contra ações que podem ser prejudiciais ao cidadão a curto ou longo prazo. Entre essas situações estão a oposição à concessão dos Parques do Jalapão e o voto contrário à venda das ações da Energisa.
“Algumas propostas são apresentadas como benéficas à população, mas, na verdade, não passam de propósitos que beneficiam grupos específicos e que em nada favorecem o cidadão comum. Sempre que me deparo com esse tipo de situação, deixo bem claro meu posicionamento contrário e alerto a população, como foi o caso do Jalapão e da Energisa.”
Único deputado a votar contra a venda das ações da Energisa
Aprovado em julho de 2025, o Projeto de Lei (PL) do Executivo nº 10/2025 previa a alienação da participação acionária do Estado do Tocantins na Energisa. Júnior Geo tentou adiar a votação e convocar uma audiência pública para ouvir a população; entretanto, seus requerimentos foram negados pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O parlamentar sempre defendeu a transparência e a propriedade legítima do povo tocantinense sobre seu patrimônio. Posteriormente foi anunciada desistência da venda das ações.
“Fui o único a votar contra. Estaríamos a um passo de ter contas de luz mais caras e enfrentar dificuldades para cobrar melhorias e fiscalizar possíveis reajustes. Qualquer decisão que impacte diretamente o povo deve ser tomada com total transparência e, principalmente, com a consulta e a participação da população”, reiterou.
Contra a concessão dos Parques do Jalapão
Em 2021, o Professor Júnior Geo votou contra o projeto de lei, de autoria do Governo do Estado do Tocantins, que autorizava a concessão dos parques do Jalapão à iniciativa privada. O deputado prontamente se posicionou contra e cobrou transparência e justificativas para a implantação da medida. O Projeto de Lei chegou a ser aprovado na Aleto, mas foi cancelado após audiência pública com os moradores da região.
“Desde o início dessa discussão, ficou claro que não havia qualquer planejamento em benefício da população jalapoeira. Um retrocesso que acarretaria grandes prejuízos aos maiores patrimônios naturais do Tocantins”, explica o parlamentar.


